quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

CLASSIFICAÇÃO CONCURSOS PEB 1 SEE/SP

SEE divulga primeira classificação do concurso de PEB I

Por:
A Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos (CGRH) da Secretaria da Educação divulgou Comunicado no “Diário Oficial” desta quarta-feira, 7, informando que estará à disposição, no sítio da Fundação VUNESP (www.vunesp.com.br), a partir das 16 horas de quinta-feira, 8, a primeira classificação dos candidatos aprovados no Concurso de PEB I por ordem decrescente da nota final obitida após a avaliação dos títulos – em Lista Geral (todos os candidatos) e Lista Especial (pessoas com deficiência).
Os professores podem interpor recursos contra o resultado da Prova – parte objetiva e dissertativa – e contra o resultado preliminar da Avaliação de Títulos e a nota final e a classificação. Os recursos podem ser feitos das 10 horas de sexta-feira, 9, às 23h59 do dia 12 de janeiro, exclusivamente no site da Fundação VUNESP. Para tanto, o candidato deverá acessar link próprio para tal fim no endereço eletrônico http://www.vunesp.com.br/seed1405/, e seguir as instruções ali contidas.
Já os candidatos com deficiência, constantes da Lista Especial, deverão aguardar publicação de Comunicado no Diário Oficial do Estado, convocando-os a comparecer no Departamento de Perícia Médica do Estado, em dia e horário oportunamente estabelecidos, a fim de verificar a configuração e a compatibilidade da deficiência com o exercício das atribuições do cargo.

CALENDÁRIO 2015: Sugestão



Calendário ainda não homologado, de acordo com a  Resolução SE 72, de 29-12-2014

FONTE: www.dersv.com

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

EMPENHO DE MORADORA AUXILIA NO TRAJETO DO ASFALTO


Publicação do Diário Oficial do Município de Campinas, de 08.01.2015 - Poder Executivo,  sobre a  Lei Complementar nº 100, de 07/01/2015 que adiciona  os incisos VI e VII no Art. 74 da Lei Municipal 10.850, de 07/06/2001.

Em resumo, oficializa o que foi discutido em sessão realizada em nossa escola no ano passado, ou seja, inclui trechos de pavimentação, conforme o texto abaixo.
Muitos tiveram participação ativa nestes anos todos, mas gostaríamos de destacar a participação de Maria Ananias, a Nana, que muito tem ajudado nas questões da comunidade.

Agora é só aguardarmos a sonhada pavimentação.





segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

SITE DA ESCOLA FOI ATUALIZADO



Reformulamos o site site da escola em www.uacury.com. São inúmeros textos, vídeos, e-books, links e galeria de fotos que contam a história da escola e auxiliam no processo de ensino e aprendizagem. Confira!

AS AULAS VOLTAM NO DIA 02 DE FEVEREIRO



Conforme legislação publicada neste blog, lembramos que as aulas voltam no dia 02 de fevereiro.

SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO É RECONDUZIDO AO CARGO

Herman Voorwald é reconduzido ao cargo de Secretário da Educação do Estado de SP
Secretário afirmou que uma das prioridades é dar continuidade à política de valorização dos docentes

O Secretário da Educação, Herman Voorwald, foi reconduzido para o cargo nesta quinta-feira, 1°, em cerimônia de posse do novo secretariado do Governo do Estado, realizada no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista.

O Secretário ressaltou a importância de dar continuidade à reestruturação da Educação com a descentralização das ações para as diretorias de ensino e escolas e falou da política de valorização dos docentes da Educação. “Sem sombra de dúvidas a minha grande prioridade é a valorização dos profissionais da Educação, continuar com o processo de valorização, política salarial, carreira, entender que a educação se faz com pessoas”, disse.
Herman Voorwald destacou os programas e projetos que já estão sendo desenvolvidos pela Pasta, como a Escola de Tempo Integral e o Vence, e relacionou as iniciativas “às ações que efetivamente através do papel dos educadores possam ter a qualidade que as crianças merecem”.

http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/herman-voorwald-reconduzido-cargo-secretario-educacao


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

DILMA ASSUME E DIZ QUE EDUCAÇÃO É PRIORIDADE








Com o slogan "BRASIL, PÁTRIA EDUCADORA".a Presidente Dilma Rousseff, assumiu o novo mandato e disse que a educação será a "prioridade das prioridades", e que "só a educação liberta um povo e abre as portas de um futuro próprio".
Assim, todos esperamos que as iniciativas sejam efetivamente construídas, para que tenhamos um país melhor.


Abaixo, texto de Ana Perugini, Correio Popular, Edição de 02.01.15, página A2.






         
    + Texto de Andrea Ramal, portal globo.com


Terça-feira, 30/12/2014, às 08:00, por Andrea Ramal
A educação é o setor mais importante para o avanço sustentável de um país. Mas até agora, no Brasil, o cenário mudou pouco: vão-se os ministros, ficam os problemas.

Em 1° de janeiro de 2015, quatro anos depois de Dilma Rousseff ter assumido a presidência do País pela primeira vez, tomará posse também Cid Gomes, o quarto ministro de Educação escolhido pela Presidente. Ou seja, o MEC funcionou praticamente com um ministro diferente a cada ano.
Não entrarei no mérito do nome escolhido desta vez, que já vem sendo bastante analisado nos diversos meios. Mas não há como não se preocupar com a possível falta de continuidade numa pasta tão estratégica.
No Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2013, a nota do Brasil ficou abaixo da meta tanto nos anos finais do ensino fundamental, como no ensino médio. Meta que, no ensino médio, era de apenas 3,9, mas só alcançamos 3,7. Ao ver o resultado, o ministro Henrique Paim disse que era “hora de rever o ensino médio”. Mas antes dele, na mesma gestão presidencial, o ministro Mercadante havia dito o mesmo, cobrando agilidade nessa reforma. Seu predecessor, o ministro Fernando Haddad, também falou o mesmo, anunciando uma reformulação radical nessa etapa do ensino. Agora o novo ministro, Cid Gomes, acaba de prometer prioridade para a reforma do ensino médio.

O país nunca atingiu a média 4,0 no ensino médio. Em matemática, 

O país nunca atingiu a média 4,0 no ensino médio. Em matemática, só 10% dos estudantes aprenderam o que deveriam. Todos os indicadores mostram – inclusive o Pisa (exame internacional de competências) no qual o Brasil está na lanterna – que nossa educação está estagnada, como comentei neste blog. A rotatividade dos que lideram essa pasta pode estar retardando as mudanças.

A descontinuidade se propaga nas esferas subsequentes, como por exemplo as secretarias estaduais e municipais. São raras as reuniões do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) em que mais da metade dos participantes havia estado presente também nos encontros de anos anteriores. Isso impede levar adiante políticas e acordos que ajudariam a enfrentar com mais força os desafios comuns; e traz a sensação de começar sempre do zero.

O desafio do novo ministro é imenso. Em diversas regiões do país, ele encontrará escolas sucateadas, sem laboratórios, sem quadras esportivas e até com professores acuados com o aumento da violência nas salas de aula, desvalorizados e com condições de trabalho precárias; muitas escolas dominadas por indicações políticas; alta defasagem idade-série. Além disso, em diversos estados a progressão continuada foi mal implantada, deixando passar de ano alunos que não aprenderam e formando analfabetos funcionais. Encontrará ainda currículos pouco adaptados aos jovens de hoje.

Nesse cenário, o novo ministro precisará ser um exímio gestor. Em quatro anos é possível fazer bastante coisa. O Rio de Janeiro, por exemplo, no mesmo período saiu da penúltima para a terceira posição do país.

Esse avanço foi alcançado graças a uma combinação de estratégias de gestão moderna: metas para as escolas, diagnósticos permanentes e ações focadas nas deficiências encontradas, aulas de reforço para quem precisa, valorização dos que atingiram bons resultados, currículo mínimo comum. A equipe foi recrutada por uma empresa especializada em descobrir talentos. Os profissionais que hoje coordenam projetos regionais foram selecionados entre milhares de candidatos das próprias escolas. Muitos vieram de regiões do interior do estado e nunca teriam chegado a postos estratégicos se dependessem de articulações políticas.

Para o Brasil voltar a crescer, não bastam ajustes e medidas econômicas. O Ministério da Educação precisa ser tratado como estratégico e a pasta precisa de gestores de excelência, com a continuidade nas ações. Vale lembrar que a sociedade também terá papel decisivo. O poder público só prioriza a educação quando ela passa a ser uma demanda da sociedade e esta se envolve seriamente na fiscalização da qualidade e no controle da aplicação dos recursos.

A descontinuidade se propaga nas esferas subsequentes, como por exemplo as secretarias estaduais e municipais. São raras as reuniões do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) em que mais da metade dos participantes havia estado presente também nos encontros de anos anteriores. Isso impede levar adiante políticas e acordos que ajudariam a enfrentar com mais força os desafios comuns; e traz a sensação de começar sempre do zero.
O desafio do novo ministro é imenso. Em diversas regiões do país, ele encontrará escolas sucateadas, sem laboratórios, sem quadras esportivas e até com professores acuados com o aumento da violência nas salas de aula, desvalorizados e com condições de trabalho precárias; muitas escolas dominadas por indicações políticas; alta defasagem idade-série. Além disso, em diversos estados a progressão continuada foi mal implantada, deixando passar de ano alunos que não aprenderam e formando analfabetos funcionais. Encontrará ainda currículos pouco adaptados aos jovens de hoje.
Nesse cenário, o novo ministro precisará ser um exímio gestor. Em quatro anos é possível fazer bastante coisa. O Rio de Janeiro, por exemplo, no mesmo período saiu da penúltima para a terceira posição do país.
Esse avanço foi alcançado graças a uma combinação de estratégias de gestão moderna: metas para as escolas, diagnósticos permanentes e ações focadas nas deficiências encontradas, aulas de reforço para quem precisa, valorização dos que atingiram bons resultados, currículo mínimo comum. A equipe foi recrutada por uma empresa especializada em descobrir talentos. Os profissionais que hoje coordenam projetos regionais foram selecionados entre milhares de candidatos das próprias escolas. Muitos vieram de regiões do interior do estado e nunca teriam chegado a postos estratégicos se dependessem de articulações políticas.
Para o Brasil voltar a crescer, não bastam ajustes e medidas econômicas. O Ministério da Educação precisa ser tratado como estratégico e a pasta precisa de gestores de excelência, com a continuidade nas ações. Vale lembrar que a sociedade também terá papel decisivo. O poder público só prioriza a educação quando ela passa a ser uma demanda da sociedade e esta se envolve seriamente na fiscalização da qualidade e no controle da aplicação dos recursos.



http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/post/politicas-educacionais-precisam-de-continuidade.html


Governador de SP corta verba de escolas estaduais