Confira sete dicas para proteger seu smartphone do "risco
carregador"
1.
Não menospreze os possíveis riscos
O maior
problema, segundo especialista em segurança da informação, é as pessoas
ignorarem os riscos e acreditarem que estão livres de qualquer tipo de invasão.
"Nunca é demais ser prevenido", ressalta Oliveira.
2.
Instale e mantenha atualizado um antivírus
Para se
proteger de possíveis invasores, vale instalar e manter atualizado um
antivírus. "Ainda que a proteção não seja 100%, é um recurso que tem se
tornado cada vez mais necessário, desde que os celulares adotaram as funções de
um computador", diz Oliveira. O usuário pode buscar aplicativos desse tipo
--em versões gratuitas e pagas--, tanto para Android quanto para iOS.
3.
Não compre carregadores "piratas" ou de procedência duvidosa
Na
tentativa de economizar, muitos usuários acabam recorrendo aos
"carregadores piratas". Mas, segundo Lopes, essa suposta economia
pode acabar saindo ainda mais cara que o valor de um acessório original.
"Além do risco de você pegar um vírus, há uma grande chance de o produto
de procedência duvidosa afetar a saúde de seu aparelho."
Em nota, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informou
que possui regulações sobre certificação de baterias e carregadores (Resolução
nº 481, de 10 de setembro de 2007 e Resolução nº 442, de 21 de julho de 2006) e
que os acessórios que respeitam esses requisitos apresentam garantias aos
usuários quanto ao desempenho elétrico. "A certificação é uma etapa
necessária para que o equipamento obtenha a homologação da Agência. Sem a
homologação, os produtos de certificação obrigatória não podem ser
comercializados no país."
4.
Evite pegar carregadores emprestados
"Um
novo modelo de serviço que está se expandido no mercado é o empréstimo de
carregadores em lugares públicos ou publicados --baladas ou em qualquer
estabelecimento", afirma o professor da Mauá, que recomenda que os
usuários se certifiquem que o acessório seja original. "Na dúvida, o
melhor é ficar sem bateria, mas resguardar todos os seus dados", diz
Lopes.
5.
Certifique-se da procedência dos computadores que servirão de transmissão de
energia
Evite
plugar o seu celular via USB em computadores/tablets públicos ou em qualquer
outro dispositivo que você desconheça a procedência. Certifique-se que o
computador que servirá de transmissor de energia não esteja contaminado, e que
ele tenha um antivírus instalado e atualizado. "Você até pode conhecer a
procedência do computador, mas se houver um vírus instalado nele, certamente
poderá infectar o seu celular", relatou Oliveira.
6.
Faça a recarga com o celular desligado
Essa é a
dica de ouro, como apontou o especialista em segurança da informação. "Com
o celular desligado, você protege todas as informações que estão armazenadas no
dispositivo e consegue carregar a bateria de uma maneira muito mais
segura."
7.
Se não for possível desligar o smartphone, opte por desligar a transferência de
dados
Mesmo
não sendo uma medida tão efetiva como desligar o smartphone, a opção de
desativar a transferência de dados pode ser uma alternativa paliativa para
aqueles usuários que não podem ficar com o celular desligado enquanto aguarda a
carga ser completada. "Um aplicativo malicioso pode ativar, sem que
o usuário perceba, a transferência de dados. Por isso, essa não é a opção mais
segura", explica Oliveira














