Atividades da Prof. Jovelina
Blog oficial da E.E.Prof.Uacury Ribeiro de Assis Bastos, destinado a divulgar notícias, publicar reportagens, registrar eventos e atividades da escola.
sábado, 22 de outubro de 2016
44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro
Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil anuncia resultados de sua 4.ª edição em seminário em São Paulo; livro com análise será publicado na Bienal do Livro de São Paulo
Há um pouco mais de leitores no Brasil. Se em 2011 eles representavam 50% da população, em 2015 eles são 56%. Mas ainda é pouco. O índice de leitura, apesar de ligeira melhora, indica que o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria. Do total de livros lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. A média anterior era de 4 livros lidos por ano. Os dados foram revelados na tarde desta quarta-feira, 18, e integram a quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.
Realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não, mesma amostra da pesquisa passada. Isso representa, segundo o Ibope, 93% da população brasileira.
Para a pesquisa, é leitor quem leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses. Já o não leitor é aquele que declarou não ter lido nenhum livro nos últimos 3 meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses.
A Bíblia é o livro mais lido, em qualquer nível de escolaridade. O livro religioso, aliás, aparece em todas as listas: últimos livros lidos, livros mais marcantes. 74% da população não comprou nenhum livro nos últimos três meses. Entre os que compraram livros em geral por vontade própria, 16% preferiram o impresso e 1% o e-book. Um dado alarmante: 30% dos entrevistados nunca comprou um livro.
Para 67% da população, não houve uma pessoa que incentivasse a leitura em sua trajetória, mas dos 33% que tiveram alguma influência, a mãe, ou representante do sexo feminino, foi a principal responsável (11%), seguida pelo professor (7%).
As mulheres continuam lendo mais: 59% são leitoras. Entre os homens, 52% são leitores. Aumentou o número de leitores na faixa etária entre 18 e 24 anos – de 53% em 2011 para 67% em 2015. A pesquisa não aponta os motivos, mas Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional de Editores, disse ao Estado que o boom da literatura para este público pode ter ajudado no aumento do índice – mais do que uma ação para manter o aluno que sai da escola interessado na leitura.
Entre as principais motivações para ler um livro, entre os que se consideram leitores, estão gosto (25%), atualização cultural ou atualização (19%), distração (15%), motivos religiosos (11%), crescimento pessoal (10%), exigência escolar (7%), atualização profissional ou exigência do trabalho (7%), não sabe ou não respondeu (5%), outros (1%). Adolescentes entre 11 e 13 anos são os que mais leem por gosto (42%), seguidos por crianças de 5 a 10 anos (40%).
Os fatores que mais influenciam na escolha de um livro estão tema ou assunto (30%), autor (12%), dicas de outras pessoas (11%), título do livro (11%), capa (11%), dicas de professores (7%), críticas/ resenhas (5%), publicidade (2%), editora (2%), redes sociais (2%), não sabe/não respondeu (8%), outro (1%). O item O “tema ou assunto” influencia mais a escolha dos adultos e daqueles com escolaridade mais alta, atingindo 45% das menções entre os que têm ensino superior. Já o público entre 5 e 13 anos escolhe pela capa. Dicas de professores funcionam melhor que todas as outras opções para crianças entre 5 e 10 anos. E blogs respondem por menos de 1%.
Lê-se mais em casa (81%), depois na sala de aula (25%), biblioteca (19%), trabalho (15%), transporte (11%), consultório e salão de beleza (8%) e em outros lugares menos expressivos. E lê-se mais livros digitais em cyber cafés e lan houses (42%) e no transporte (25%).
Aos não leitores, foi perguntado quais foram as razões para eles não terem lido nenhum livro inteiro ou em partes nos três meses anteriores à pesquisa. As respostas: falta de tempo (32%), não gosta de ler (28%), não tem paciência para ler (13%), prefere outras atividades (10%), dificuldades para ler (9%), sente-se muito cansado para ler (4%), não há bibliotecas por perto (2%), acha o preço de livro caro (2%), tem dinheiro para comprar (2%), não tem local onde comprar onde mora (1%), não tem um lugar apropriado para ler (1%), não tem acesso permanente à internet (1%), não sabe ler (20%), não sabe/não respondeu (1%).
A leitura ficou em 10º lugar quando o assunto é o que gosta de fazer no tempo livre. Perdeu para assistir televisão (73%), que, vale dizer, perdeu importância quando olhamos os outros anos da pesquisa: 2007 (77%) e 2011 (85%). Em segundo lugar, a preferência é por ouvir música (60%). Depois aparecem usar a internet (47%), reunir-se com amigos ou família ou sair com amigos (45%), assistir vídeos ou filmes em casa (44%), usar WhatsApp (43%), escrever (40%), usar Facebook, Twitter ou Instagram (35%), ler jornais, revistas ou noticias (24%), ler livros em papel ou livros digitais (24%) – mesmo índice de praticar esporte. Perdem para a leitura de um livro: desenhar, pintar, fazer artesanato ou trabalhos manuais (15%), ir a bares, restaurantes ou shows (14%), jogar games ou videogames (12%), ir ao cinema, teatro, concertos, museus ou exposições (6%), não fazer nada, descansar ou dormir (15%).
A principal forma de acesso ao livro é a compra em livraria física ou internet (43%). Depois aparecem presenteados (23%), emprestados de amigos e familiares (21%), emprestados de bibliotecas de escolas (18%), distribuídos pelo governo ou pelas escolas (9%), baixados da internet (9%), emprestados por bibliotecas públicas ou comunitárias (7%), emprestados em outros locais (5%), fotocopiados, xerocados ou digitalizados (5%), não sabe/não respondeu (7%).
A livraria física é o local preferido dos entrevistados para comprar livros (44%), seguida por bancas de jornal e revista (19%), livrarias online (15%), igrejas e outros espaços religiosos (9%), sebos (8%), escola (7%), supermercados ou lojas de departamentos (7%), bienais ou feiras de livros (6%), na rua, com vendedores ambulantes (5%), outros sites da internet (4%), em casa ou no local de trabalho, com vendedores “porta a porta” (3%), outros locais (6%) e não sabe/não respondeu (7%). O preço é o que define o local da compra para 42% dos entrevistados. Na pesquisa anterior, isso valia para 49%.
A pesquisa perguntou a professores qual tinha sido o último livro que leram e 50% respondeu nenhum e 22%, a Bíblia. Outros títulos citados: Esperança, O Monge e o Executivo, Amor nos tempos do cólera, Bom dia Espírito Santo, Livro dos sonhos, Menino brilhante, O símbolo perdido, Nosso lar, Nunca desista dos seus sonhos e Fisiologia do exercício. Entre os 7 autores mais lembrados, Augusto Cury, Chico Xavier, Gabriel Garcia Márquez, Paulo Freire, Benny Hinn, Ernest W. Maglischo e Içami Tiba.
Quando extrapolamos para a amostra total, os títulos mais citados como os últimos lidos ou que estão sendo lidos foram Bíblia, Diário de um banana, Casamento Blindado, A Culpa é das Estrelas, Cinquenta Tons de Cinza, Ágape, Esperança, O Monge e o Executivo, Ninguém é de ninguém, Cidades de Papel, O Código da Inteligência, Livro de Culinária, Livro dos Espíritos, A Maldição do Titã, A Menina que Roubava Livros, Muito mais que cinco minutos, Philia e A Única Esperança.
Quando a questão é sobre os livros mais marcantes, os religiosos continuam ali e a Bíblia segue como referência, mas a lista fica um pouco diferente, com alguns clássicos e infantojuvenis: Bíblia, A Culpa é das Estrelas, A Cabana, O Pequeno Príncipe, Cinquenta Tons de Cinza, Diário de um banana, Turma da Mônica, Violetas na Janela, O Sítio do Pica-pau Amarelo, Crepúsculo, Ágape, Dom Casmurro, O Alquimista, Harry Potter, Meu pé de laranja lima, Casamento Blindado e Vidas Secas.
Entre os escritores preferidos dos brasileiros estão Monteiro Lobato, Machado de Assis, Paulo Coelho, Maurício de Sousa, Augusto Cury, Zibia Gasparetto, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Chico Xavier, John Green, Ada Pellegrini, Vinícius de Moraes, José de Alencar e Padre Marcelo Rossi
Fonte: Caderno Cultura do Jornal Estado de São Paulo, acesso em 22.10.2016, http://cultura.estadao.com.br/blogs/babel/44-da-populacao-brasileira-nao-le-e-30-nunca-comprou-um-livro-aponta-pesquisa-retratos-da-leitura
Maria Fernanda Rodrigues
18 Maio 2016 | 17h06
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
O que uma boa escola deve ter?
Abaixo, artigo do portal UOL - Educação
O fim do ano letivo está se aproximando – passou tão rápido, não? –, e muitas famílias, principalmente aquelas cujos filhos estão no ensino privado, já começaram a procurar escola para o próximo ano.
Algumas crianças e alguns jovens mudam de escola por uma série de motivos – como passagem do Ensino Fundamental 1 para o Ensino Fundamental 2 ou para o Ensino Médio, mudança de endereço ou outras razões pessoais. Seja qual for o motivo, é sempre bom ter em mente alguns aspectos a observar na hora de fazer a escolha e sobre os quais é importante questionar a direção/coordenação, tanto para entender melhor a escola como para demonstrar o valor que você dá a uma educação de qualidade.
Aliás, mesmo que seu filho não vá trocar de colégio no ano que vem, é importante ficar sempre de olho nos seguintes itens:
- Projeto Político Pedagógico (PPP)
Você sabe o que é o PPP? Documento obrigatório em todas as escolas, ele contém dados que caracterizam o colégio e a comunidade na qual está inserido. Também apresenta todas as missões e metas da instituição, além da descrição de como esses objetivos serão atingidos. Ou seja: ele é um "guia" do que a escola quer realizar no ano. Por isso, é muito importante conhecer o seu conteúdo na hora de cobrar da direção medidas sobre determinados assuntos, por exemplo.
- Merenda e transporte
Segundo a legislação, é dever do Estado garantir, em todas as etapas da Educação Básica, o atendimento dos alunos de escolas públicas por meio de programas que assegurem alimentação e transporte, dois itens fundamentais para que muitas crianças e muitos jovens possam ir à escola. No caso das unidades municipais, o fornecimento fica por conta das prefeituras; já nas estaduais, é de responsabilidade dos governos estaduais. A legislação não obriga as escolas particulares a oferecer alimentação, mas é importante verificar a qualidade do que é vendido nas cantinas! Há municípios que até já estabelecem regras coibindo a venda de alimentos com altos teores de gordura e açúcar, por exemplo. Fique de olho!
- Professores e equipe pedagógica
Procure saber se a escola dispõe de docentes para todas as disciplinas, especialmente nas turmas de Ensino Fundamental II e Ensino Médio, etapas que apresentam essa exigência. Veja também se há coordenador pedagógico, função essencial para conduzir o trabalho escolar – inclusive o cumprimento do PPP.
Converse com os profissionais e fale das suas expectativas: ter uma relação próxima com a escola ajuda a acompanhar melhor a trajetória do seu filho!
- Infraestrutura
Quais são as condições do prédio onde fica a escola? Há banheiros, água tratada e fornecimento de energia elétrica? O colégio tem biblioteca, sala de leitura, quadra de esportes e laboratório de informática?
Dados de 2015 mostram que somente 4,5% das escolas de Educação Básica do Brasil apresentam a infraestrutura exigida pelo Plano Nacional de Educação (saiba mais: http://www.observatoriodopne.org.br/metas-pne/7-aprendizado-adequado-fluxo-adequado/estrategias/7-18-infraestrutura). Por isso, informe-se sobre as condições do edifício escolar e faça uma visita a ele. Uma escola bem equipada é lei, e é fundamental para uma boa aprendizagem!
- Gestão democrática
Você sabia que pode participar de forma ativa da gestão da escola do seu filho? Mecanismos como os conselhos escolares, conselhos municipais de educação e associações de pais e mestres devem garantir isso, assim como o próprio PPP. Além disso, é importante que a escola abra espaço para a participação dos próprios alunos, favorecendo o desenvolvimento de uma série de habilidades importantes para a vida.
- Avaliações
Apesar de não serem a única coisa que determina a qualidade do ensino, as avaliações federais, estaduais e municipais servem como indicadores do trabalho desenvolvido em cada unidade escolar. Acompanhar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é importante para saber como a escola vem se saindo nos últimos anos.
Algumas crianças e alguns jovens mudam de escola por uma série de motivos – como passagem do Ensino Fundamental 1 para o Ensino Fundamental 2 ou para o Ensino Médio, mudança de endereço ou outras razões pessoais. Seja qual for o motivo, é sempre bom ter em mente alguns aspectos a observar na hora de fazer a escolha e sobre os quais é importante questionar a direção/coordenação, tanto para entender melhor a escola como para demonstrar o valor que você dá a uma educação de qualidade.
Aliás, mesmo que seu filho não vá trocar de colégio no ano que vem, é importante ficar sempre de olho nos seguintes itens:
- Projeto Político Pedagógico (PPP)
Você sabe o que é o PPP? Documento obrigatório em todas as escolas, ele contém dados que caracterizam o colégio e a comunidade na qual está inserido. Também apresenta todas as missões e metas da instituição, além da descrição de como esses objetivos serão atingidos. Ou seja: ele é um "guia" do que a escola quer realizar no ano. Por isso, é muito importante conhecer o seu conteúdo na hora de cobrar da direção medidas sobre determinados assuntos, por exemplo.
- Merenda e transporte
Segundo a legislação, é dever do Estado garantir, em todas as etapas da Educação Básica, o atendimento dos alunos de escolas públicas por meio de programas que assegurem alimentação e transporte, dois itens fundamentais para que muitas crianças e muitos jovens possam ir à escola. No caso das unidades municipais, o fornecimento fica por conta das prefeituras; já nas estaduais, é de responsabilidade dos governos estaduais. A legislação não obriga as escolas particulares a oferecer alimentação, mas é importante verificar a qualidade do que é vendido nas cantinas! Há municípios que até já estabelecem regras coibindo a venda de alimentos com altos teores de gordura e açúcar, por exemplo. Fique de olho!
- Professores e equipe pedagógica
Procure saber se a escola dispõe de docentes para todas as disciplinas, especialmente nas turmas de Ensino Fundamental II e Ensino Médio, etapas que apresentam essa exigência. Veja também se há coordenador pedagógico, função essencial para conduzir o trabalho escolar – inclusive o cumprimento do PPP.
Converse com os profissionais e fale das suas expectativas: ter uma relação próxima com a escola ajuda a acompanhar melhor a trajetória do seu filho!
- Infraestrutura
Quais são as condições do prédio onde fica a escola? Há banheiros, água tratada e fornecimento de energia elétrica? O colégio tem biblioteca, sala de leitura, quadra de esportes e laboratório de informática?
Dados de 2015 mostram que somente 4,5% das escolas de Educação Básica do Brasil apresentam a infraestrutura exigida pelo Plano Nacional de Educação (saiba mais: http://www.observatoriodopne.org.br/metas-pne/7-aprendizado-adequado-fluxo-adequado/estrategias/7-18-infraestrutura). Por isso, informe-se sobre as condições do edifício escolar e faça uma visita a ele. Uma escola bem equipada é lei, e é fundamental para uma boa aprendizagem!
- Gestão democrática
Você sabia que pode participar de forma ativa da gestão da escola do seu filho? Mecanismos como os conselhos escolares, conselhos municipais de educação e associações de pais e mestres devem garantir isso, assim como o próprio PPP. Além disso, é importante que a escola abra espaço para a participação dos próprios alunos, favorecendo o desenvolvimento de uma série de habilidades importantes para a vida.
- Avaliações
Apesar de não serem a única coisa que determina a qualidade do ensino, as avaliações federais, estaduais e municipais servem como indicadores do trabalho desenvolvido em cada unidade escolar. Acompanhar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é importante para saber como a escola vem se saindo nos últimos anos.
Além desses itens, o importante é que seus filhos se sintam bem no ambiente que vão passar a frequentar. A sensação de acolhimento ajuda a dar segurança para que eles estabeleçam vínculos com colegas e professores – e, claro, aprendam da melhor forma possível!
Texto: UOL EDUCAÇÃO … http://educacao.uol.com.br/colunas/priscila-cruz/2016/10/19/o-que-uma-boa-escola-deve-ter.htm, acesso em 20/10/2016
Priscila Cruz
18 de Outubro - Dia do Diretor de Escola
18 de Outubro - Dia do Diretor de Escola
O Diretor de Escola é, por muitos motivos, uma figura exponencial na estrutura de qualquer sistema de ensino, seja público ou privado.
Suas funções alcançam praticamente todos os setores da escola, e múltiplos são os seus afazeres numa instituição que congrega milhares de alunos, centenas de pais, dezenas de professores e funcionários.
Suas responsabilidades são imensas, uma vez que estão sob seus cuidados crianças e jovens nem sempre preocupados consigo mesmos, ao longo dos 200 dias letivos, numa escola onde tudo pode acontecer, inclusive tragédias.
O Diretor é o mestre pensador, aquele que projeta a escola de qualidade desejada pela comunidade, embora quase nunca possível, pelos péssimos salários e condições de trabalho.
A tanto empenho do diretor, qual é a contrapartida dos governantes e das autoridades educacionais?
De concreto, nenhum. Geralmente, apenas pronunciamentos vazios e hipócritas, tais como "A Escola é a Cara do Diretor".
Em função de todas as adversidades que cercam nossa profissão, nós, diretores da escola pública estadual, neste 18 de outubro temos muito pouco a comemorar, a não ser o sentimento do dever cumprido.
Porque, acima de tudo, nós somos educadores!!!
Parabéns!!!
A todos os colegas, dedico o seguinte poeminha:
Ser Diretor
Ser diretor, ai que horror!
Toda gente em nosso pé:
Desde bandido sem fé,
Que não nos faz cafuné,
Até seu Serra-terror,
Mais os asseclas, que invadem
nossos planos e projetos,
sonhando ser Bin Laden,
Toda gente em nosso pé:
Desde bandido sem fé,
Que não nos faz cafuné,
Até seu Serra-terror,
Mais os asseclas, que invadem
nossos planos e projetos,
sonhando ser Bin Laden,
Ai que raiva!!!
De dia, aquele tormento:
É o Joãzinho, sem rumo,
Quebrando tantas vidraças,
Justificando, sem graça,
Muito cheio de marola:
"Foi sem querer, diretor,
A culpada foi a bola! "
E pobre de nossa escola.
É o Joãzinho, sem rumo,
Quebrando tantas vidraças,
Justificando, sem graça,
Muito cheio de marola:
"Foi sem querer, diretor,
A culpada foi a bola! "
E pobre de nossa escola.
De noite, vem o mistério.
Metido a besta, o artista
Transmuda-se em pichador.
Procura-se alguma pista,
Finalmente, surge a prova.
Vem, então, o humanista:
Coitadinho do Picasso,
exercitava seu traço!!!
Também tem o professor
Que fica fora de prumo,
Quando os alunos capetas
Aprontam-lhe mil falsetas,
Naquela aula infeliz,
Que ministra sem paixão.
Pode escrever, meu amigo,
Tem fila na porta da direção!!
Que fica fora de prumo,
Quando os alunos capetas
Aprontam-lhe mil falsetas,
Naquela aula infeliz,
Que ministra sem paixão.
Pode escrever, meu amigo,
Tem fila na porta da direção!!
Jesus! Dai-me paciência!!!
E vem também pai de aluno,
Zangado com o inspetor
Porque seu santo rebento
Provocou, em tal momento,
Gente de quem se temia,
Levando em bom pagamento
Bordoadas sem amor.
E sobra pro diretor!!
Zangado com o inspetor
Porque seu santo rebento
Provocou, em tal momento,
Gente de quem se temia,
Levando em bom pagamento
Bordoadas sem amor.
E sobra pro diretor!!
Êta, dureza!!!
E, de quebra, todo dia,
É chato, de todo lado,
A rondar a direção,
Pra vender enciclopédia,
Salame, queijo, comédia,
Informática e inglês,
Quase tudo por quase nada.
Mas, que gente descarada!!
É chato, de todo lado,
A rondar a direção,
Pra vender enciclopédia,
Salame, queijo, comédia,
Informática e inglês,
Quase tudo por quase nada.
Mas, que gente descarada!!
E tudo isso, por quanto?
Uns mil seiscentos e tanto,
Esse, sempre, o inicial.
Um salário, de dar dó,
Que dá vontade, afinal,
De dizer para os molóides:
Não tendes vergonha na cara,
De nos pagarem um salário
Do ó do borogodó ??
Uns mil seiscentos e tanto,
Esse, sempre, o inicial.
Um salário, de dar dó,
Que dá vontade, afinal,
De dizer para os molóides:
Não tendes vergonha na cara,
De nos pagarem um salário
Do ó do borogodó ??
Perdoem-me a quase baixaria!!!
E quando chega o momento
De receber algum louro,
Que é esse tal do bônus,
Pobre de nós. Do tesouro,
Pra levar algum por cento,
Assumimos todo o ônus,
Dos que se fazem de mouro.
E, lá se vai nosso ouro.
De receber algum louro,
Que é esse tal do bônus,
Pobre de nós. Do tesouro,
Pra levar algum por cento,
Assumimos todo o ônus,
Dos que se fazem de mouro.
E, lá se vai nosso ouro.
Até quando, Serra, abusarás da nossa paciência?
Deixemos de brincadeira,
Pois diretor que se preza
Ama sua profissão,
Professores, serviçais,
Os alunos e seus pais.
Sonham com a escola perfeita,
Cidadã e sem violências,
Formadora de consciências!!
Pois diretor que se preza
Ama sua profissão,
Professores, serviçais,
Os alunos e seus pais.
Sonham com a escola perfeita,
Cidadã e sem violências,
Formadora de consciências!!
Agora, falando sério:
Não fosse bem verdadeira
A permanente emoção,
Que em tal lida nos envolve,
Há muito nossas escolas,
Vítimas de mil percalços
Impostos pelo padrasto,
Já estariam no chão.
Não seriam o que são.
A permanente emoção,
Que em tal lida nos envolve,
Há muito nossas escolas,
Vítimas de mil percalços
Impostos pelo padrasto,
Já estariam no chão.
Não seriam o que são.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
REMATRÍCULA 2017
ATENÇÃO: REMATRÍCULA 2017
DE 18 A 21/10/2016
Alunos regularmente matriculados -
Do primeiro ao oitavo ano
PAIS DEVEM SABER O QUE SEU FILHO FAZ NA INTERNET
Para especialistas, diálogo é o caminho
para orientar sobre risco de 'Jogo do Enforcamento'
Menino
de 13 anos morreu após brincadeira; estudo feito nos EUA chegou a 82 casos
semelhantes entre 1995 e 2007
O diálogo sem intimidação é a principal recomendação de especialistas
para orientar crianças e adolescentes sobre os riscos do “Jogo do
Enforcamento”, que pode causar danos no cérebro e levar à morte. “Isso já
estava acontecendo nos Estados Unidos há muito tempo. Os pais devem abrir
espaço para o diálogo para criar um vínculo de confiança. Com ações punitivas e
castradoras, eles se afastam dos filhos”, diz Ricardo Monezi, especialista em
Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e
professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Em 2008, o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC), dos Estados
Unidos, publicou levantamento de mortes por estrangulamento acidental entre
jovens de 6 a 19 anos no período de 1995 a 2007. Com base em informações de
noticiário, os pesquisadores chegaram a 82 casos e constatam que 86% dos
registros ocorrem entre meninos. A idade média das vítimas era de 13 anos, a
mesma de Gustavo Riveiros Detter, que morreu no domingo, após se enforcar em
uma brincadeira online
Professora do Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP), a psicanalista
Gabriela Malzyner diz que os pais não precisam ser invasivos, mas devem
acompanhar hábitos dos filhos. “São os responsáveis pela criança e devem ficar
atentos, perguntar o que o filho está fazendo, com quem está falando. Ao
identificar um comportamento arriscado, devem procurar espaços para a conversa,
que também pode ser feita por um tio ou primo mais velho. É importante colocar
o jovem na comunidade e fazer uso dela para o bem.”
Gabriela explica que é importante verificar se o jovem está com algum
problema e, por isso, resolve participar de brincadeiras perigosas.
“Sabemos que tem o comportamento que faz parte do jovem, que é de querer
se inserir em um grupo. Mas há casos em que o jovem está em sofrimento e acaba
errando ao participar de uma brincadeira. Uma coisa é colocar a mesma calça que
um amigo usa e outra é se colocar em risco.”
Em sua conta no Facebook, que estava fora do ar na noite desta segunda,
Detter costumava colocar informações sobre o universo dos games. Em julho,
escreveu: “Meu sonho é morar num cemitério”. A publicação não causou
preocupação entre seus amigos. Uma página lamentando a morte do jovem foi
criada e já contava com mais de 400 seguidores nesta segunda.
Danos. Monezi explica que, ao se enforcar, há uma
obstrução do fluxo sanguíneo que vai para o cérebro e o desmaio é causado por
essa falta de oxigenação. “A obstrução do fluxo sanguíneo prejudica o sistema
nervoso e pode causar a morte ou causar sequelas. Dependendo do tempo da
obstrução, a pessoa pode ter paralisia cerebral, lapsos de memória e perda de
função cognitiva. Isso está longe de ser uma brincadeira”, diz.
PRESTE ATENÇÃO
1. Converse sempre com seus filhos sobre os riscos de brincadeiras como
o “Jogo do Enforcamento” ou outros desafios que coloquem a saúde e a vida em
risco.
2.Utilize notícias sobre casos de jovens que viveram situações de risco
para conversar e orientar seus filhos sobre a melhor maneira de lidar com a
internet. Mas não é necessário amedrontá-los nem intimidá-los.
3. Os pais são responsáveis pelo bem-estar físico e psíquico das
crianças e adolescentes, logo, devem acompanhar o que eles estão fazendo para
poder intervir, caso estejam em perigo.
4. O tempo utilizando computadores, celulares e redes sociais deve ser
negociado. Mostre para seu filho atividades que podem ser feitas fora do mundo
virtual e como isso pode ser prazeroso.
5. Converse sobre o conteúdo que seu filho acessa e sobre as
brincadeiras de que ele participa. Crie uma relação de confiança e saiba
ouvi-lo, caso ele que queira tirar dúvidas ou desabafar.
6. Se notar algum comportamento diferente ou encontrar objetos estranhos
nos pertences dele, converse e tente entender o que há de errado. Busque apoio
de especialistas, se não conseguir ajudá-lo.
FONTE: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,para-especialistas-dialogo-e-o-caminho-para-orientar-sobre-risco-de-jogo-do-enforcamento,10000082793 - www.estadao.com.br
O texto acima é relacionado à notícia de Gustavo Detter, que morreu enforcado, durante um jogo transmitido pela internet. Ele usou um saco de areia pendurado em corda para participar de brincadeira; três adolescentes perceberam que ele não se mexia e alertaram prima.
SÃO VICENTE - A morte de um adolescente no fim de semana em São Vicente, no litoral paulista, alertou pais e professores de todo o País para uma perigosa brincadeira, disputada principalmente por meninos, transmitida em tempo real pela internet. É o “Jogo da Asfixia” (tradução para “The Choking Game”), no qual os participantes usam cordas, cintos, lenços ou qualquer outro objeto para cortar o suprimento de oxigênio para o cérebro, desmaiar e, em seguida, acordar em estado de euforia, semelhante ao efeito do uso de drogas.
“É jogo antigo, muito conhecido no exterior. Até hoje, não havia nenhum registro de algo ligado a isso na Baixada Santista”, disse nesta segunda-feira, 17, o delegado titular de São Vicente, Carlos Topfer Schneider, que comanda as investigações sobre o caso.
Gustavo Riveiros Detter, de 13 anos, morador de São Vicente, estava em casa, na noite de sábado, quando se enforcou no quarto do pai com uma corda usada para pendurar um saco de areia para treinar boxe. Durante a transmissão online, três adolescentes que participavam do jogo perceberam que o menino não se mexia e alertaram uma prima, que estava no quarto ao lado. A menina encontrou o primo desacordado e chamou o tio.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado às 22h40, prestou os primeiros socorros e levou Gustavo para o Hospital Municipal de São Vicente, onde ele permaneceu internado até 5h30 de domingo, quando foi transferido para o Hospital Ana Costa, em Santos. O menino morreu por volta de 8 horas
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
MAMOGRAFIA
O caminhão de mamografia estará no estádio Moisés Lucarreli ( Ponte Preta) no dia 06 e 07 de outubro. Para agendar sua mamografia GRÁTIS acessem www.marqueessegol.com.br
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