sábado, 16 de junho de 2012

REFORMA DO PRÉDIO: Já chegaram as telhas



Segunda-feira, dia 18 de junho de 2012, começam as obras de reforma do prédio escolar. A primeira investida será na manutenção do telhado.
A obra é fiscalizada pelo FDE, e o valor total destinado é de R$ 387.750,14, com prazo previsto de 300 dias para todas as etapas: Telhado, fossa séptica, iluminação externa, vidros, portas, acertos de pisos que estão cedendo, entre outras intervenções.

ALUNOS PARTICIPAM DE CONCURSO


 26 alunos vieram neste sábado para a escola. Hoje a atividade foi diferente. Participaram da etapa do  10º Concurso de Poesia, Crônica e Desenho – Sítio do Juca 2012 – Prêmio Josely Laurentino de Oliveira e Juliana Vania de Oliveira” em sua unidade escolar. São as modalidades de Desenho, Crônica e Poesia. Maiores informções  do concurso estão disponíveis na internet, no site: http://www.sitiodojuca.org.br/.
Esta etapa teve a presença da supervisora Silvana  e do PCOP Rodrigo da Diretoria de Ensino. Os professores Livia Sgarbosa, Carla Ramires, a PCP Andréia e o Diretor Edson também estiveram presentes.






 

TORNEIO INTERNO DE FUTSAL

Na quarta-feira dia 13.06.2012 foi dia de atividades esportivas na escola. Abaixo algumas fotos do período noturno (Ensino médio).













sexta-feira, 8 de junho de 2012

ALUNOS QUE NÃO SABEM LER


 O blog Uacury socializa mais um artigo interessante:

Eles não sabem ler. E agora?

Eduardo Filho 

Alguns especialistas chamam de “Era do Conhecimento” ou “Sociedade da informação” o mundo atual em que vivemos. Nesta sociedade contemporânea a habilidade mais básica que todo cidadão deve possuir é a proficiência em leitura. Lamentavelmente, esta habilidade básica não foi comunicada ao cidadão brasileiro médio, visto que apenas 1% dos estudantes brasileiros possuem habilidades avançadas em leitura. Em países realmente desenvolvidos, este percentual é de 15%. Outra triste constatação é o fato de 55% dos jovens brasileiros estão no nível mais baixo de proficiência em leitura. Entre os países participantes de uma avaliação internacional, o Brasil foi o país com maior percentual de jovens no nível mais baixo de habilidades em leitura. Vale ressaltar que estes dados referem-se a uma avaliação que contou apenas com jovens estudantes, na faixa de 15 anos, sem grande defasagem de ensino. Se incluirmos na análise os mais de 80 milhões de adultos que não possuem o Ensino Médio, constatamos que o Brasil possui uma nação de semiletrados, o que coloca o nosso país em grande desvantagem competitiva internacional. Muitas empresas tentam contribuir com a sociedade, mas estão tratando o problema com o remédio errado. Existem inúmeros núcleos de capacitação profissional financiados pela iniciativa privada e pelo Governo, contudo, estão tentado profissionalizar jovens que ainda não sabem ler de forma articulada. O problema da desigualdade é mais básico e não será resolvido com cursos profissionalizantes para analfabetos funcionais.
A profissionalização necessária para a maioria dos cargos disponíveis é a capacidade plena de expressão oral e escrita e de realização de cálculos básicos. Estas competências podem ser obtidas concluindo com êxito o Ensino Médio. O cumprimento desta básica etapa garante empregabilidade e livra o jovem do subemprego e demais constrangimentos sociais. No Instituto Direcionar, bons resultados estão sendo percebidos como resultado de aulas de português e oficinas de leitura. Nestas oficinas os jovens tem a oportunidade de exercitar a oralidade e melhorar sua fluência. Doutores em matemática afirmam que o português é a base para um bom desempenho nas disciplinas exatas, pois capacita no entendimento do enunciado dos problemas.
O domínio pleno da língua portuguesa obedecendo aos critérios da norma culta é o que alguns especialistas em educação chamam de “linguagem da oportunidade”. Esta definição é bastante objetiva, prática e, além disso, encerra a improdutiva discussão sociológica sobre a liberdade do jovem expressar-se com gírias ou utilizando um dialeto de suas comunidades. Independente de sua origem ou forma de falar entre amigos, o estudante deve ser preparado na escola para falar a linguagem do trabalho, dos estudos e dos negócios. É a linguagem que o jovem precisará utilizar para ser aprovado em uma entrevista de emprego e para ser bem-sucedido em uma redação no vestibular. Nossa sociedade possui um longo caminho a percorrer para realizar uma grande reforma educacional em nosso país, mas podemos avançar bem rápido se nos atentarmos para a real necessidade que temos. Nossos jovens não precisam de cursos profissionalizantes, eles precisam ser alfabetizados.
O autor, Eduardo Filho, é especialista em educação e presidente do Instituto Direciona

Matéria publicada no Jornal da Tarde, 22 de maio de 2012.

http://www.udemo.org.br/2012/Leituras/Leituras12_0032_Eles-nao-sabem-ler-E-agora-.html, acesso em 08/06/2012, Site da Udemo

INTERDISCIPLINARIDADE


Interdisciplinaridade que funciona

Trabalhar com temas integrados é uma proposta interessante, mas exige cuidados

Você certamente já participou, ou já ouviu falar, de projetos interdisciplinares. O modelo está incluído no cotidiano de diversas escolas e é uma boa alternativa para integrar diferentes matérias e dar espaço para que alguns temas sejam abordados de uma maneira mais completa. Muitas vezes, há um grande engajamento da comunidade escolar nessas iniciativas, mas não fica claro o que os alunos aprenderam em cada uma das disciplinas. Por isso, é preciso olhar com atenção como a proposta está sendo construída, quais temas serão envolvidos e o que vai ser de fato ensinado aos estudantes (leia nas páginas seguintes dois exemplos bem-sucedidos).

A divisão em disciplinas é uma prática necessária para a organização das escolas e do ensino. É claro que o conhecimento não se limita a uma ou outra área. "Na vida, os conteúdos estão integrados", ressalta Denise Guilherme, assessora pedagógica de formação de professores de redes municipais de Educação. Essa visão mais ampla do saber existe desde a Antiguidade clássica, mas o conceito de interdisciplinaridade só ganhou força no final da década de 1960, quando universitários franceses brigaram pelo fim da fragmentação dos conteúdos e por um aprendizado mais voltado a temas políticos e sociais.

As reivindicações encontraram eco no Brasil pelos ensinamentos de Paulo Freire (1921-1997). O educador defendia que era preciso entender de maneira geral o universo em que se está inserido para só então estudar as particularidades de cada assunto. "Faltando aos homens uma compreensão crítica da totalidade em que estão, não podem conhecê-la. Para conhecê-la, seria necessário partir do ponto inverso. Seria indispensável ter antes a visão totalizada do contexto para, em seguida, separarem ou isolarem os elementos", explica no livro Pedagogia do Oprimido (256 págs., Ed. Paz e Terra, tel. 11/3337-8399, 34,90 reais).


Com o tempo, esses conceitos foram incorporados ao discurso dos docentes e chegaram às salas de aula. Algumas escolas, no entanto, não souberam bem como transpor a ideia para a prática. Elas não se deram conta de que há uma diferença grande entre trabalhar de maneira integrada - tendo um bom projeto político-pedagógico (PPP), no qual os conteúdos conversam - e a crença de que todos os temas precisam ser abordados pela equipe docente inteira. "Há hoje uma preocupação excessiva em relacionar áreas, como se isso fosse pré-requisito para obter um bom resultado", explica Beatriz Gouveia, coordenadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.

Tomemos como exemplo uma sequência sobre animais marinhos para a Educação Infantil. O principal conteúdo é de Ciências, mas, na tentativa de tornar a proposta interdisciplinar, é sugerido que em Matemática os alunos contem os animais estudados. "O resultado é um trabalho que não aprofunda o ensino dos temas eleitos e aborda superficialmente as várias áreas, sem garantir aprendizagens efetivas", comenta Denise. Em vez de ser uma atividade interdisciplinar, o que se tem é um tema subdividido.

Outro problema comum é considerar interdisciplinar um trabalho de uma área específica, que apenas aproveita recursos de outra. Usar um texto científico em uma aula de Ciências, por exemplo, não é trabalhar Língua Portuguesa. Isso porque se os alunos apenas leram em sala não houve esforço voltado ao ensino da língua. "Faz parte da atuação do professor de Ciências refletir sobre o que é ler na disciplina em que leciona e as especificidades dos textos que utiliza. Não é preciso que isso seja feito pelo docente de Língua Portuguesa", explica Ana Espinosa, professora de Ciências da Educação, da Universidade de Buenos Aires (UBA), na Argentina

Artigo de Elisa Meirelles (elisa.meirelles@abril.com.br) 
 http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/interdisciplinaridade-funciona-686553.shtml, acesso em 08/06/2012. Revista Nova Escola

sexta-feira, 1 de junho de 2012

BAZAR BENEFICENTE





 
Mais uma vez a Escola, em parceria com a UBEM, realizará Bazar Beneficente de roupas e calçados.
São centenas de peças a preços simbólicos.
Compareça e aproveite!


DIA: De 20 a 22 de Junho de 2012

HORÁRIO: Das 11 às 14 e das 18 às 20 horas.

ATIVIDADES NA ESCOLA






 Atividades da disciplina de Geografia, Profª Adriana, sobre poluição. Alunos da 7ª série




Também na disciplina de Geografia, a Profª Adriana trabalhou com alunos das 8ªs séries o tema Direitos Humanos.


 


                                            Oficina de teatrio, do Programa Mais Educação

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ESCOLA PASSARÁ POR REFORMA

Atendendo pedido da direção da escola feito a algum termpo atrás, a Secretaria Estadual da Educação, através do FDE, publicou no Diário Oficial do Estado no dia 29/05/2012, Caderno Executivo, Seção I, autorização para realização de serviços de manutenção, conservação e pequenos serviços de engenharia. O valor da obra é de R$ 387.220,78, com prazo previsto de 300 dias.

A abertura da obra foi celebrada no dia de hoje com a presença da Diretor da Escola, Prof. Edson;  Engenheiro Chefe do FDE, Ricardo, Engenheira Leny que será responsável pela obra e  Engenheiro Hernani responsável pela empresa.

O Diretor da Escola Edson F. Mamprin comenta que "É mais um grande passo a serviço da educação de nossos alunos. Precisamos do apoio e compreensão de toda a comunidade escolar, já que toda obra realizada em escola exige atenção, respeito e ajuda mútua..." O Diretor ainda aproveitou para agradecer a grande maioria dos pais e alunos que consideram a escola como uma instituição de extrema importância na sua vida, fazem elogios, críticas e trocam ideias sempre com intenções positivas para o verdadeiro crescimento e melhoria da escola.

domingo, 27 de maio de 2012

ESTIMULE SEU FILHO A ESCREVER


 8 dicas para estimular seu filho a escrever
Como criar um ambiente favorável para despertar e ajudar seu filho a manter o gosto pela escrita

Para qualquer lugar que se olhe é possível perceber: vivemos em um mundo letrado. Nomes de lojas, indicações no trânsito, anúncios, destinos de ônibus, embalagens de produtos, na caixa do brinquedo, no videogame, as letras estão por toda a parte, dentro e fora de casa. E por isso, o contato das crianças com a escrita acontece muito antes de isso ser trabalhado formalmente na escola.

São os pais, portanto, os primeiros a terem a oportunidade de apresentar esse maravilhoso universo a seus filhos e ajudar a tornar a escrita, mais do que algo prático, em um prazer. Não se trata, no entanto, de assumir a missão de ensinar o filho a escrever. Apenas criar (e manter) uma boa base para o trabalho que a escola fará depois.

"Tão importante quanto um ambiente que seja favorável e estimule a curiosidade é o respeito ao ritmo da criança. Não é saudável a ansiedade em ver o filho escrevendo precocemente, pois isso gera uma pressão que poderá levar a um desinteresse mais para frente", comenta Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Mesmo após o período de alfabetização, há muito o que fazer em casa. "É preciso trazer a escrita para a rotina e envolver a criança em situações nas quais ela é utilizada", defende Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).

As duas especialistas apresentam dicas de como despertar e ajudar seu filho a manter o gosto pela escrita.

Repensar a própria relação com a escrita

Para que o estímulo seja efetivo ele deve vir de alguém que tenha real envolvimento com a escrita. "É preciso deixar de encarar a escrita como um bicho-papão, enfrentar seus próprios medos e limites. Caso contrário é como alguém que não gosta de brócolis querer convencer o filho de que brócolis é gostoso", afirma Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília). "Quem tem dificuldades ou receios pode aproveitar o momento para vencê-los junto com a criança e criar novos hábitos relacionados ao ato de escrever


Saber que tudo começa com a leitura

Quem lê bastante escreve bem. Seguir as recomendações de como incentivar o gosto pela leitura é também estimular a escrita


Criar um ambiente no qual as regras são seguidas

Para escrever é necessário seguir regras. "Não posso escolher qualquer letra para escrever a palavra ‘casa’. É preciso seguir a convenção estabelecida e isso é mais facilmente compreendido por quem está acostumado com regras", diz Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas


Usar a escrita rotineiramente

Manter papel e lápis ao alcance de todos da casa e não perder a oportunidade de usá-los nunca. "Chegou tarde em casa e o filho já estava dormindo? Deixe um bilhete dizendo que você passou no quarto dele para dar um beijo de boa noite", exemplifica Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).

Outro bom momento é a hora de fazer a lista de compras do supermercado, que pode ser escrita de forma conjunta, até mesmo pelos menorzinhos (que podem "anotar" desenhando ou rabiscando que é preciso comprar sua bolacha favorita)


Promover jogos e atividades com escrita

Sua filha é fã de um ator ou grupo musical? Que tal, juntas, procurar fotos e informações e escrever um perfil dele? O menino torce para um time de futebol? Chame-o para fazer como você um cartaz do time, com as principais conquistas e jogadores famosos. Ou seja, a sugestão é aproveitar os assuntos de interesse para produções escritas.

"Mas é importante que isso não se torne uma obrigação. E é para ser feito a quatro ou mais mãos, de forma prazerosa. Não pode ser uma tarefa que a mãe passa para o filho fazer sozinho e que irá cobrar depois", ressalta Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)



Valorizar a produção

"As primeiras tentativas da criança serão rabiscos. Ela fará um garrancho e irá dizer que desenhou a mãe, o pai, a avó. É preciso reconhecer este grande passo que é entender que um símbolo pode representar algo e não desestimular dizendo que aquilo não é o desenho de uma pessoa", diz Silmara Carina Munhoz,

Isso vale para todos os momentos da escrita. Receber um bilhete e logo apontar que há erros como a falta de uma letra em uma palavra ou que, por exemplo, "casa" não é escrito com "z", só irá reduzir a espontaneidade da criança.

Ao contrário, é preciso adotar pequenos gestos, como guardar um desenho ou um bilhete da criança, ou acompanhar o que o filho escreve em blogs ou nas redes sociais e interessar-me pela poesia que ele criou. "Isto mostra que você valoriza esta forma de comunicação", comenta a doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB.

É importante também que os pais também produzam e compartilhem suas criações


Preocupe-se com a caligrafia na medida certa

Descrição: http://educarparacrescer.abril.com.br/imagens/entrevistas/canto_3.gif
Não é preciso exigir do seu filho excessos de capricho na letra. O importante é que seja possível entender o que ele quis escrever. Caso a letra prejudique o entendimento, vale chamar a atenção. "Um modo bastante prático é deixar um bilhete com um assunto de interesse de seu filho com trechos impossíveis de ler por causa da letra. Ele perceberá como isso atrapalha a comunicação", sugere Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Uma saída pode ser os famosos cadernos de caligrafia. Mas o ideal é debater o assunto com o professor para buscar a melhor solução



Não abandonar o processo

O envolvimento da família com a escrita não pode ser encerrado só porque já se percebe que a criança ou o jovem já tem total autonomia no escrever. Os bons hábitos e atividades devem ser mantidos e ainda ampliados, tornando-se algo natural na rotina.

"É um erro comum. Pais deixam de ler histórias assim que seus filhos aprendem a ler, privando a criança daquele momento que ela tanto gostava, o que só desestimula", comenta doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília)

sábado, 26 de maio de 2012

RECEBEMOS AS IMPRRESSORAS


Já recebemos as impressoras, que fazem parte do programa do FDE, por meio de sua Diretoria de TI, assinou um contrato de outsourcing de impressão, cujo objetivo é prover impressoras a laser e insumos (papel, tôner e fusor) para todas as escolas estaduais de São Paulo, bem como manutenção e suporte a esses equipamentos.
Para cada escola estão previstas duas impressoras a laser, conectadas em rede, que serão distribuídas da seguinte forma:
Sala dos professores
Impressora laser multifuncional (ou seja, com funções de scanner e cópia), monocromática (preto/branco)
Área administrativa (secretaria)
Impressora laser colorida.
As 1.400 escolas que fazem parte do Programa Sala de Leitura (Fases 1 e 2) receberão, também:
Sala de leitura
Impressora laser monocromática (preto/branco).
· A partir do momento em que as impressoras começarem a funcionar, as escolas poderão solicitar manutenção e suprimentos pelo telefone 0800.777.0333 – Central de Relacionamento da FDE. O fornecedor manterá um serviço de atendimento com prazos estabelecidos que serão monitorados pela DTI/FDE a partir do momento da abertura da ocorrência pela escola.
· As visitas técnicas nas escolas, quando necessárias, incluirão: manutenção preventiva e reparo de falhas mecânicas, elétricas ou funcionais, em qualquer componente pertencente ao equipamento. Ele será consertado ou substituído, se necessário, de modo a deixar o equipamento totalmente funcional.
· As impressoras serão monitoradas remotamente, por meio de um sistema de gerenciamento, inventário e contabilização. Isso significa que a DTI/FDE terá dados para avaliar, de forma mais acurada, o padrão de utilização do serviço de impressão, visando corrigir falhas no uso ou implementar o fornecimento, se necessário.
· Será oferecido uma orientação a um multiplicador da escola sobre a utilização correta das funcionalidades dos equipamentos e formas de uso consciente e redução de gastos desnecessários.

UTILIZAR EQUIPAMENTOS, MATERIAIS E INSTALAÇÕES PARA  MELHORAR A APRENBDIZAGEM. Essa é a meta de nossa escola, e não temos medido esforços para deixar, dentro de nossas possibilidades, estes recursos para que os professores possam utilizá-los da melhor forma possível, no sentido de proporcionar práticas pedagógicas diversificadas, que possam ser significativas, motivadoras e envolventes.

Gestores e professores conversarão sobre a melhor forma de utilização deste novo recurso.