quarta-feira, 7 de setembro de 2016

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

RELAÇÃO ESCOLAS ENSINO MÉDIO

Inscrições reabertas para o EMAI: Curso 1 – 2016!

Inscrições reabertas para o EMAI: Curso 1 – 2016!
Prezado(a),
Em caráter excepcional, estão reabertas as inscrições para atender às solicitações de participação no curso Educação Matemática nos Anos Iniciais (EMAI): Curso 1 – 2016.
Serão ofertadas novas 4.000 vagas no período de 2 a 11 de setembro de 2016. 
Sobre o curso
O curso será autoinstrucional, terá 120 horas de carga horária e será realizado totalmente a distância por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da EFAP (AVA – EFAP). As atividades do curso deverão ser realizadas no ritmo de cada cursista, sendo respeitado o período de 19 de setembro a 19 de dezembro de 2016.
Sobre as inscrições
As inscrições para o curso Educação Matemática nos Anos Iniciais (EMAI): Curso 1 – 2016 serão reabertas no dia 2 de setembro, e carão disponíveis até o dia 11 de setembro de 2016 ou até o término das vagas, o que acontecer primeiro.

Para realizar sua inscrição:
a.            Tenha em mãos seus dados pessoais (nome completo, RG, CPF e e-mail pessoal, válido e ativo); 

b.            Acesse o hotsite www.escoladeformacao.sp.gov.br/matematicaanosiniciais; 

c.Clique no canal “Inscrições” e leia as orientações; 

d.            Para acessar o formulário, informe o CPF no campo usuário (com 11 dígitos, sem hífen e pontos) e o RG no campo senha (sem hífen e pontos), ou a senha utilizada em outras ferramentas da Rede do Saber, como o “Fale Conosco”; 

e.            Leia e tome ciência do Termo de Aceite, que tem como base o Regulamento; 

f. No formulário de inscrição, atualize os dados pessoais e informe os dados profissionais. 

É recomendado que os interessados não realizem esse curso concomitantemente a outras ações de formação com ampla carga horária.
Atenção! Inscrição realizada caracterizará preenchimento de vaga! É fundamental que você somente se inscreva se ver interesse e disponibilidade em realizar o curso.

Contamos com a sua participação!
Atenciosamente,

Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza”

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Aulas tradicionais são ineficientes, mostra estudo

Aulas tradicionais são ineficientes, mostra estudo
Professor na frente da sala e alunos apenas escutando soa chato? Não é o único problema: esse tipo de aula também pode ser menos efetivo


Quantas vezes durante uma aula entediante tudo o que você mais quis era estar na sua cama dormindo? Talvez o problema estivesse na metodologia de ensino. Pelo menos é o que defende um novo estudo de pesquisadores norte-americanos.
A análise revela que universitários submetidos a aulas tradicionais, em formato de palestras, são mais propensos à reprovação do que alunos em contato com métodos de aprendizado mais ativos e estimulantes.
"As universidades foram fundadas na Europa Ocidental em 1050 e aulas tradicionais tem sido a forma predominante de ensino desde então",  diz o biólogo Scott Freeman, da Universidade de Washington. Ele e um grupo de colegas analisaram 225 estudos sobre métodos de ensino.
Abordagens de ensino que transformam os alunos em participantes ativos reduzem taxas de reprovação
Os resultados foram publicados nesta quarta-feira, 12, na Proceedings of the National Academy of Sciences, e mostram que abordagens de ensino que transformam os alunos em participantes ativos, em vez de apenas ouvintes, reduzem taxas de reprovação e impulsionam notas em cerca de 6%.
"A mudança nas taxas de insucesso é enorme", diz Freeman. Para Eric Mazur, físico da Universidade de Harvard, que fez campanha contra aulas tradicionais por 27 anos, esse é "realmente um artigo importante". "A impressão que tenho é que é quase antiético dar palestras, se você tem esses dados", avalia.

Freeman diz que ele começou a usar as novas técnicas, mesmo com turmas grandes. Segundo a Science, embora ainda utilize slides do Power Point, apresenta apenas perguntas e interage com os alunos, inclusive chamando de forma aleatória. "Meu curso de biologia introdutório ganhou 700 alunos", afirma.


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Educação e esporte: uma aliança para potencializar vidas

Educação e esporte: uma aliança para potencializar vidas
Poucas coisas nos permitem vivenciar, praticar e assimilar valores tão importantes para sermos pessoas autônomas, felizes, bem sucedidas e justas como prática sistemática de algum esporte. Ele é tão importante para a formação do indivíduo que deveria ter uma relação simbiótica com a Educação
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Ana Maria Diniz
04 Agosto 2016 | 13h08

Ainda não nos livramos do estigma de “país de contrastes”. Ou de “Belíndia”, uma mistura da pequena e endinheirada Bélgica com a descomunal e miserável Índia, na metáfora criada pelo economista Edmar Bacha, na década de 70.
A situação que vivemos com a Olimpiada é perfeita para exemplificar isso.
Temos tragédias e absurdos alardeados pela mídia, como a queda da ciclovia Tim Maia, o sacrifício da onça Juma e a precariedade da situação na Vila Olímpica, convivendo lado a lado com a mais alta tecnologia já vista nos Jogos– de sensores que param os cronômetros quando apenas 2 das nossas 10 trilhões de células atravessam a linha de chegada a trajes capazes de melhorar o tempo dos atletas em milésimos de segundo que separam a medalha e o anonimato.
Mas agora que a Olimpíada vai começar para valer, convido vocês a olharem para o positivo e ajudar a engrossar uma corrente de valorização do esporte na sua essência, pois o esporte não se resume aos momentos gloriosos.
Os atletas deram duro para chegar até aqui, enfrentam algumas condições adversas para poder competir e merecem o nosso respeito total! Quando ouvimos suas históras  de superação, disciplina e resiliência, que alternam alegrias e conquistas, dores e derrotas, entendemos que o esporte nada mais é do que um espelho da vida.
Por isso ele inspira – e também educa!
O esporte é tão importante para o desenvolvimento e formação do indivíduo que deveria ter uma relação simbiótica com a Educação!
Ele é um dos veículos mais eficientes para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais, as Big Five: equilíbrio emocional, empatia, resiliência, otimismo e abertura a novas experiências. Grande parte dos educadores acredita que elas são tão ou mais importantes do que as cognitivas para a vida no século 21.
Poucas coisas nos permitem vivenciar, praticar e assimilar valores tão importantes para sermos pessoas autônomas, felizes, bem sucedidas e justas como prática sistemática de algum esporte.
A aliança entre Educação e esporte deveria ser um plano estratégico do nosso Brasil, com um benefício duplo de desenvolver atletas e também de formar cidadãos mais conscientes e preparados para a vida.
Veja o manifesto do Instituto Peninsula que, definitivamente, acredita nessa aliança.

MANIFESTO
Instituto Península para Esporte
Tudo parte de um sonho.
Nada vem fácil, nunca virá.

Chegar lá exige esforço, muito esforço.
O percurso é cheio de obstáculos, em todas as etapas.
Não importa qual estratégia iremos adotar.
Os nossos adversários estarão a postos, muito bem preparados.
É difícil. É cansativo.

Mas é do jogo.
Cada conquista nos enche de confiança e de alegria.
Cada avanço merece ser comemorado.
A superação de cada limite nos aproxima do sonho, abraça a alma.
E a dor vira beleza.
Falharemos, sim – e numa frequência bem maior do que gostaríamos.
Mas isso não vai nos abalar.
É cair e levantar, sempre de cabeça erguida.
Com o tempo, adquirimos maturidade.
Com a maturidade, resiliência.
Com a resiliência, equilíbrio.
Somos ousados.
Sonhamos grande.
Seguiremos em frente, até chegarmos. E chegaremos.
Com disciplina, determinação e garra.
Até a vitória.
O impossível é só uma questão de tempo.
Você pode chamar isso tudo de esporte.
Nós chamamos de vida.
Inspire. Expire. Respire esporte.

Instituto Península
Educação e Esporte para potencializar vidas
http://educacao.estadao.com.br/blogs/ana-maria-diniz/educacao-e-esporte-uma-alianca-para-potencializar-vidas/
estadao.com.br, caderno educação, 04/08/16