quinta-feira, 31 de março de 2022

ESCOLA RECEBE PINTURA , NOVOS VENTILADORES E OUTRAS MANUTENÇÕES

 Nesta etapa estamos fazendo a pintura nas paredes, ferragens e caixilhos externos. Manutenção no telhado, impermeabilização de condutores e canaletas.

Foram colocados novos ventiladores. Agora toda sala de aula têm 3 aparelhos. A sala Multi uso conta com dois aparelhos de ar condicionado.

Toda sala de aula, além da Informática, Multi uso, Atividades tem internet cabeada, TV, computador e caixa de som.

Os netbooks que chegaram já estão sendo utilizados pelos alunos. É mais uma opção, além da sala de informática.

Os Kits de materiais escolares foram entregues para todos os alunos.

O transporte é fretado e gratuito para todos os alunos.

Precisamos do apoio de sempre na preservação e conservação dos ambientes e seus equipamentos. Eles são indispensáveis no processo de aprendizagem.









Nova pintura artística do muro



                     Novos ventiladores e utilização dos netbooks


                                 Brinquedos de acessibilidade





                       Sala Multi Uso na elaboração do MMR




    Tanquinho adquirido através de contribuição espontânea da APM


sexta-feira, 4 de março de 2022

ESTANTE KIDS

 Novidades no site  do Uacury. Vale a pena ver o acervo do ESTANTE KIDS

Aproveitamento da tecnologia digital requer transformação cultural e didáticas inovadoras

 A inovação tecnológica na escola é uma demanda inescapável nesta terceira década do século 21. Substituir o lápis, o caderno e o livro por notebooks e plataformas é, sem dúvida, uma transformação tecnológica, mas ainda não se configura uma inovação se a didática permanecer a mesma. “A inovação efetivamente acontece quando há transformação cultural”, diz Augusto Portugal, diretor técnico da Foreducation Edtech, parceira da Lenovo em projetos nas escolas para o uso da tecnologia digital. Uma das iniciativas da Foreducation Edtech é o apoio ao professor para a utilização da tecnologia Google.

“Ter o computador não é o mais importante, mas sim, saber como a tecnologia pode apoiar didáticas inovadoras”, afirma Portugal.

A transformação cultural se efetiva quando o professor transforma sua prática, redefinindo-a de tal maneira que ela se torna inviável sem o uso da tecnologia. Nesse sentido, um bom exemplo é a dinâmica do trabalho em grupo. Uma situação bastante recorrente é cada aluno fazer um trecho do trabalho; o resultado se torna um “frankenstein” que o professor tem que corrigir. Outra situação completamente diferente é, no Google Docs, os alunos criarem juntos, simultaneamente ou não, numa dinâmica em que a intencionalidade pedagógica é justamente a interação.

Por meio do histórico, o professor consegue averiguar a participação de cada aluno do grupo.  Ele conta que recentemente, após o trabalho de formação de professores numa instituição, um estudante de terceiro ano do ensino médio foi categórico em seu depoimento ao abordar a experiência da utilização dessa ferramenta pelo professor e alunos: “Pela primeira vez na minha vida fiz um trabalho em grupo”.

A implantação da tecnologia digital na escola passa por fases importantes. A aquisição de equipamentos é a última decisão, explica Portugal. Antes, é preciso se perguntar qual a intenção do uso da tecnologia, para então definir qual será a utilizada. Define-se também o equipamento, mas ainda não a aquisição. O mais importante é a capacitação dos professores, “é o pulo do gato”, destaca Luís Carlos Carvalho, diretor comercial da Foreducation. Não se trata de simplesmente conhecer as ferramentas, mas como utilizá-las nas práticas pedagógicas, na metodologia aplicada na escola, no dia a dia da sala de aula. A formação não se resume a ensinar a mexer no botão, mas como o professor desenvolverá suas práticas com as facilidades da tecnologia.

Portugal conta que a inovação não acontece a partir da consultoria da Foreducation ou do uso das ferramentas, mas do professor. A incorporação da tecnologia na prática diária do professor envolve a comunidade escolar e efetiva a transformação cultural. Para que isso ocorra, o apoio da instituição é fundamental, oferecendo a formação e a liberdade para inovar: “Não há como inovar sem experimentar, sem erros e acertos. Fazer porque o outro já fez e deu certo não é inovar”, finaliza Portugal.

Os benefícios da tecnologia digital para a educação são inúmeros: “a tecnologia digital substitui as tarefas repetitivas, mas não a sensibilidade e a criatividade”, afirma Cassio Miori, diretor de marketing da Somos Educação. O ensino híbrido é o ideal da transformação digital: “as ferramentas digitais facilitam o trabalho e o professor aproveita ao máximo o tempo presencial para as interações humanas, para o desenvolvimento socioemocional dos alunos e das habilidades do século 21, tarefas que só o ser humano faz”.

A Somos Educação, em parceria com a Foreducation e a Lenovo, oferece o Learning Book, uma solução tecnológica acoplada à plataforma digital de ensino Plurall, também da Somos, para seus colégios como os de sistemas de ensino Anglo, pH e Pitágoras. Por meio dessa plataforma, o professor personaliza exercícios, tarefas, aplica provas diagnósticas, simulados, elabora relatórios de desempenho e acompanha a aprendizagem de seus alunos.

“Com muita facilidade, o professor pode, por exemplo, elaborar listas de exercícios com níveis diferentes de dificuldade e remeter para grupos distintos da turma’’, explica Miori. Também estão disponíveis vídeos, animações, simuladores 3D, laboratórios virtuais da CloudLabs e as ferramentas colaborativas do Google For Education.

A transformação digital não ocorre de forma abrupta, explica Miori, a ideia é que os equipamentos e a plataforma não se convertam em uma pirotecnia digital, mas sim, no impulso para o interesse e o entusiasmo crescentes. Uma transformação importante, detalha Miori, é que o aluno passa a ser o centro do processo de aprendizagem, o protagonista que desenvolve sua autonomia. Cabe ao professor aplicar metodologias ativas de aprendizagem, ou seja, desafiar o aluno, provocá-lo e se posicionar como mediador.

Para esse objetivo, não se altera a metodologia da escola, mas a maneira como ela é aplicada. Um exemplo de técnica didática é a sala de aula invertida: ao invés do professor oferecer o conteúdo e depois desafiar o aluno, o professor faz o inverso, ou seja, desafia o aluno a pesquisar em várias fontes e depois elabora junto o conteúdo.

O equipamento foi item que mereceu atenção especial na concepção do Learning Book. É reforçado para suportar quedas, menos sensível à água e bateria com capacidade para 10 horas. Conta com seguro da Lenovo contra acidentes, garantia do equipamento, pode ser localizado remotamente e está sob controle centralizado de acesso a sites e pesquisas na internet.

Revista educação: https://revistaeducacao.com.br/2022/03/04/tecnologia-digital-escolar/

O MESTRE, O PROFESSOR E O INSTRUTOR

 

O mestre, o professor e o instrutor

As palavras mestre, professor e instrutor geralmente são associadas a pessoas que transmitem conhecimentos e educam, mas trazem consigo diferentes significados. Cesar Augusto Dionísio, professor, economista e colunista da revista Profissão Mestre, busca compreender as diferenças entre essas três figuras, além de incentivar os professores a serem verdadeiros mestres para seus alunos. Parabéns aos docentes que se esforçam para se tornar grandes mestres.

O Mestre pede aos alunos para ouvirem o barulho da chuva que cai lá fora.
O Professor reclama da chuva que cai lá fora.
O Instrutor não vai trabalhar porque está chovendo.

O Mestre olha para uma conclusão lógica e diz: “Aqui começa o conhecimento”, e isto o incomoda.
O Professor olha para uma conclusão lógica e diz: “Aqui termina o conhecimento”, e isto o pacifica.
O Instrutor só consegue trabalhar com conclusões lógicas, e isto paga o seu salário.

O Mestre crê que a poesia pode ser ressuscitada no momento em que for asfixiada.
O Professor crê que a poesia pode realmente ter morrido.
O Instrutor só quer saber onde será o enterro, depois de ter rezado para a poesia ter logo se suicidado.

O Mestre ouve, pensa e fala.
O Professor ouve, fala e pensa.
O Instrutor fala, fala e só fala.

O Mestre cuida da educação e seus interesses.
O Professor cuida do aluno e seus interesses.
O Instrutor cuida dele próprio e seus interesses.

O Mestre se orienta a partir dos que precisam dele e não entenderam o assunto.
O Professor se orienta a partir dos que não precisam dele e entenderam o assunto.
O Instrutor se desorienta na frente dos que não precisam dele, sem saber se entenderam ou não o assunto.

O Mestre demonstra ao aprendiz o valor do erro.
O Professor revela ao aprendiz o valor do acerto.
O Instrutor só se preocupa em acertar.

O Mestre avalia seus alunos para que eles possam se conhecer melhor.
O Professor avalia seus alunos para que possa conhecê-los melhor.
O Instrutor avalia seus alunos para ter uma forma de puni-los.

O Mestre sonha que a educação seja possível e acredita.
O Professor acredita que a educação seja um sonho.
O Instrutor sonha apenas com o fim da aula.

https://www.construirnoticias.com.br/o-mestre-o-professor-e-o-instrutor/

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

MAIS ATIVIDADES MUUUIIITO LEGAIS







Prof. Érika  realizando saltos em distância com  os alunos e medições dos mesmos para análise de gráficos. Contextualização da prática.

Eletivas




Atividades 1º ano, Prof. Ani

terça-feira, 23 de novembro de 2021

TRILHA ANTIRRACISTA

 

Prof. Jovelina, 3º Ano. Entrevista com o tema "Preconceito"



Veja a gravação da entrevista



Alunos Prof. Daniela_5 ano fazem a boneca Abayomi


Alunos da Prof. Claudete_1 ano



Prof. Solange do 3º ano


Alunos do 5º ano























A HISTÓRIA DA BONECA ABAYOMI





PROGRAMA DIGNIDADE ÍNTIMA

 

Programa Dignidade Íntima do Governo de SP completa 120 dias nesta semana

Programa garante itens de higiene menstrual em todas as unidades escolares da rede estadual e a formação para os profissionais da educação e estudantes



Com o objetivo de combater a pobreza menstrual e seu impacto na educação, sobretudo na evasão escolar, o Programa Dignidade íntima investiu mais de R$ 30 milhões somente em 2021. Os produtos são disponibilizados em todas as unidades escolares da rede estadual para quaisquer alunas que precisarem, com destaque para aquelas em situação de vulnerabilidade. O programa também promove a formação dos profissionais da escola e estudantes, para garantir acesso ao benefício.

A compra dos materiais é realizada através do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-SP) e os recursos, destinados anualmente, são repassados conforme a quantidade de estudantes elegíveis em cada escola, exclusivo para a finalidade do Dignidade Íntima. O programa também tem como eixos a formação sobre a temática para todos na unidade, o protagonismo dos jovens, a distribuição de material informativo e a construção da rede de apoio na escola.

Nesses pouco mais de três meses de existência, o Dignidade Íntima mobilizou muitas comunidades escolares, no interior e na capital, engajando e orientando tanto a equipe de profissionais das escolas como as próprias estudantes, que, além de serem beneficiadas com os materiais disponibilizados, colaboram com a divulgação do programa e na abordagem do assunto junto ao seu núcleo social – principalmente dentro do ambiente escolar.

“O recurso que é disponibilizado através do programa Dignidade Íntima é exclusivo para a aquisição dos itens de higiene menstrual das nossas estudantes. Não podemos, no ano de 2021, aceitar que meninas faltem à escola porque estão menstruadas e não têm condições econômicas para comprar absorvente”, comenta Rossieli Soares, Secretário Estadual da Educação de SP.

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 1 entre 10 meninas no mundo sofrem com o impacto da pobreza menstrual na vida escolar. No Brasil, estima-se que esse número seja 1 em 4. Em 2014, a ONU reconheceu o direito à higiene menstrual como uma questão de direito humano e à saúde pública.